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Mais que de gente


“Gato é um bicho que gosta mais de telhado que de gente.” (Dicionário do Humor Infantil, de Pedro Bloch)

Nós lemos “Spike – Você vai se apaixonar”

Gisele&Spike1Para quem leu a entrevista com a autora, Gisele Martins Neis, e ficou curioso para saber mais sobre o livro…

Spike – Você vai se apaixonar é um livro de “causos”, histórias que aconteceram envolvendo o cão protagonista e sua família. Spike é um Labrador amável, bagunceiro e afetuoso, que entra para a família de Gisele de forma planejada, e torna o cotidiano de todos mais divertido e cheio de ternura.

Spike frequenta as festas da casa, recebe presentes de Natal (e não mexe nos presentes embaixo da árvore, até o dia certo!), come um saco de bisnaguinhas deixado com ele dentro do carro, e também assusta seus donos, ao machucar a patinha, ou ter hipertermia durante uma caminhada. Ao longo do livro, é fácil se lembrar de outros cães, e rir ou chorar com essas memórias queridas.Gisele&Spike2

Gisele fala, no começo do livro, que Spike é especial. Mas, lendo o livro, a impressão que fica não é bem  essa. Spike é um Labrador como tantos outros – e é exatamente essa semelhança que nos permite ter identificação com ele, com seus donos, e com as situações em que se metem. Ele não é um super cão, não é excepcionalmente inteligente ou bagunceiro. É um cão equilibrado, meio bagunceiro, bastante esperto, muito afetuoso.

Se há algo que o torna especial, porém, é o amor que recebe de sua família humana. O carinho que todos têm por Spike permite a ele ser um cão seguro e tranquilo, que tem uma excelente relação com seres humanos – tão boa, aliás, que ele não demonstra agressividade nem mesmo contra o ladrão que entra na casa, um belo dia… O que se percebe, pela leitura, é que o laço entre Spike e sua família é que é especial.

E é esse, mesmo, o grande trunfo do livro. Ao retratar de forma direta e bem-humorada o cotidiano com esse cão tão parecido com os nossos, de todos os leitores, Gisele consegue nos envolver em suas histórias, permitindo aflorar sentimentos que todos os cinófilos já tiveram em algum momento.

Quem quiser saber mais sobre o livro e sua autora, e ler o primeiro capítulo, pode entrar no portal http://www.spikevocevaiseapaixonar.com.br/- aproveitem e olhem as fotos, que são lindas!

Spike

Seminário – Adestramento positivo e Clicker training

Equilibra

Será realizado, entre 31/10 e 02/11, o primeiro seminário da Dicas de Adestramento, sobre adestramento positivo, clicker training e solução de problemas de comportamento. O seminário ocorrerá no CTA – Centro de Treinamento Aricanduva, Otavio Vasco do Nascimento, 200 – Pq. Maria Luiza, na Zona Leste de São Paulo, capital.

Quem conduzirá o seminário serei eu, Deborah Leão, moderadora da comunidade e do blog Dicas de Adestramento, com o auxílio de Marcos Bossle, adestrador de cães de trabalho, e da Dra. Celia, médica veterinária.

O valor das inscrições é de R$350,00 até 10 de setembro, e R$400 depois dessa data – lembrando que são 3 dias de curso, e que é permitido e desejável levar cães ou outros animais, desde que possam ficar em caixa de transporte ou gaiola.

O cronograma básico do curso é o seguinte:

TEORIA DA APRENDIZAGEM

1. Introdução
2. Conceitos fundamentais
3. Condicionamento clássico/pavloviano
4. Condicionamento operante
5. Fatores que afetam o comportamento
6. Obtenção de comportamento
7. Controle de estímulo
8. Clicker

SOLUÇÃO DE PROBLEMAS

1. Métodos
2. Técnicas
3. Problemas específicos
4. Uso de medicamentos em problemas de comportamento (Dra. Celia, médica veterinária)

ETOLOGIA

1. Conceitos básicos da etologia
2. Fases do desenvolvimento
3. Liderança

EXERCÍCIOS DE ADESTRAMENTO

1. Introdução
2. Equipamento
3. Exercícios básicos
4. Truques
5. Criatividade
6. Exercícios especializados

PARA SE INSCREVER, ENTRE EM CONTATO COM OS ORGANIZADORES:

Organização: PC Bruniris.
Data: 31/10/2009 até 02/11/2009.
Horário: de 8:00 até 17:30 com 1 hora de almoço.
Telefones: 11-2208-1625/ 11-9401-4170/11-7856-7870 ID Nextel: 43472*3 com PC ou Celia.
e-mail: dra_celiamp@yahoo.com.br

Apoio: Marcos Bossle.
Telefones : 11-7885-0106 – ID Nextel: 9*8856 / 11-8329-7672
e-mail: marcos.adestrador@yahoo.com.br

Cães são transformados em pandas e cavalos em torneios de criatividade nos EUA

 



Cães são transformados em pandas, búfalos, cavalos e até em camelos, pelas mãos dos seus próprios donos, em competições, no mínimo inusitadas, nos Estados Unidos. Os animais passam por cerca de duas horas de transformação numa disputa pelo visual mais criativo, como mostra o site "Mail Online".
As transformações são clicadas pelo fotógrafo Ren Netherland, de 48 anos, que viaja pelo país registrando cada disputa. Ele conta que, quando os cachorros chegam à arena para a apresentação ou competição, ninguém tem a menor ideia no que eles vão se transformar.
- A transformação por qual eles passam é simplesmente sensacional. Não há outra palavra para isso. É impressionante o que os donos fazem em tão pouco tempo – afirma Netherland.
O fotógrafo registra as fotos dos poodles vencedores há dez anos. Ele diz amar o trabalho e revela uma das transformações que mais o surpreendeu até hoje:
- A que me chocou mais foi o cavalo. A forma que o cachorro estava no início não dava nenhuma pista do que seu dono estava planejando – diz Netherland, acrescentando que os prêmios nestas competições são em torno de US$ 1 mil (cerca de R$ 2 mil).

Fonte: Extra Online

Alex e Eu

Irene PeppAlex&Euerberg era uma cientista. Originalmente formada em química, ela se viu irresistivelmente atraída pelo estudo do comportamento e da cognição dos animais, e das possibilidades de comunicação entre eles e nós, animais humanos. Abandonou a química, e, munida de um filhote de papagaio cinzento africano escolhido ao acaso numa loja de animais, iniciou suas pesquisas. Mal sabia ela que aquele papagaiozinho, que ela chamou de Alex (Avian Learning Experiment, a sigla em inglês para “Experimento sobre Aprendizado de Aves”), a tornaria famosa em todo o mundo, e mudaria a forma como cientistas e leigos enxergam as aves e os animais em geral.

Muito além de treiná-lo, ela desenvolveu com Alex um verdadeiro relacionamento, uma troca enriquecedora que lhe permitiu vislumbrar aspectos fascinantes da inteligência animal. Peregrinando de universidade em universidade, enfrentando dificuldades financeiras e problemas no casamento (que culminaram no divórcio), Irene perseverou, à medida que percebia que havia algo importante a se descobrir, ali.

Alex começou aprendendo a distinguir cores, formas e materiais. Aprendeu inúmeras palavras, e conseguiu inclusive combiná-las para dar nome a objetos desconhecidos (“banareja” para designar a maçã, “noz-rolha” para as amêndoas). Aprendeu a contar, a fazer operações matemáticas simples e conseguiu abstrair um conceito semelhante ao zero. Aprendeu fonemas, e soletrava palavras quando achava que não estava sendo bem compreendido (“Quero noz! N-o-z!”).

Porém, no auge das pesquisas, em pleno entusiasmo, Alex morreu subitamente, em seu poleiro, durante a noite. Tinha 31 anos de idade, e era considerado jovem para um papagaio – eles vivem, em média, 50 anos. Ainda assim, ele se tornou uma celebridade, e sua morte foi noticiada e lamentada nos principais jornais dos EUA.

O livro, escrito pela própria Irene, conta de uma forma emocionante as alegrias e dificuldades que viveu com Alex: os sentimentos que ele manifestava, tão semelhantes aos nossos, os incríveis progressos em seu aprendizado, os reflexos que as pesquisas sofriam pela vida pessoal de Irene, e vice-versa. É uma excelente leitura para percebermos quão próximos estamos dos animais não humanos, e quanto ainda temos que aprender com eles.

Aqui, um vídeo de Alex demonstrando suas habilidades:

E uma matéria da CNN sobre sua morte:

Alex e Eu

Autora: Irene M. Pepperberg

Editora Record

Bo, o cão Obama

BoWhiteHouse

Foto oficial – Chuck Kennedy

Ontem, dia 19 de junho, foi divulgada a primeira foto oficial de Bo, o cãozinho da família do presidente americano Barack Obama, na qual o peludo aparece sorridente (Não tenho dúvida de que ele está sorrindo!), tendo a Casa Branca ao fundo.

Bo foi um presente do senador Ted Kennedy para a família Obama, o que permitiu ao presidente cumprir a promessa feita a suas filhas, Sasha e Malia, no discurso de eleição.Bo recém-chegado

A escolha do cãozinho não foi simples. Inicialmente, o presidente havia afirmado que adotaria um cão em um abrigo. Porém, Malia é alérgica, e um cão que soltasse muito pelo poderia se tornar um problema, ao invés de uma alegria. Assim, decidiram selecionar melhor a raça do futuro bicho de estimação.

Inicialmente, foi oferecido a eles um Pelado Peruano – um cão de tipo primitivo, pertencente ao grupo 5 da FCI, e que não tem pelos no corpo, assim com o Pelado Mexicano e o Cão Chinês de Crista.

Porém, as meninas ficaram mais interessadas em outras duas raças consideradas hipoalergênicas: o Labradoodle (que nem pode ser considerado oficialmente uma raça, sendo, na verdade, um mestiço de Labrador com Poodle) e o Cão D’Água Português, uma raça portuguesa de cães recobradores – os retrievers –, pertencente ao grupo 8 da FCI.

Por fim, a decisão foi tomada: Bo, o Cão D’Água Português, chegou para os Obama com 6 meses, depois de ter morado em outra casa, e não ter se adaptado bem. Esse é um cãozinho que tirou a sorte grande: com aquele gramadão, vai levar uma vida de rei – ou de “primeiro-cão”.

Pelo vídeo da chegada, dá para perceber que o bichinho não vai demorar muito a estar plenamente adaptado:

Mais algumas fotos de Bo, tiradas pouco depois de sua chegada à Casa Branca:

BoBarackGirls BoObama BoMalia

Fotos de Getty Images

Diga trinta e três

Diga Trinta e Três Acompanhe por um dia a vida do Dr. Trout, cirurgião veterinário que é exatamente tudo o que os donos de animais procuram em um médico: ele é experiente, esperto, carismático e possui um excelente senso de humor. Os casos que ele relata na clínica veterinária, no entanto, mostram que suas habilidades para o dia-a-dia estendem-se para psicólogo, assistente social, conselheiro, atleta, mágico e, em algumas situações, anjo da guarda. A recompensa vem ao fim do dia, quando vidas são salvas e pequenos olhares em sua direção dizem "obrigado". Um livro irresistível para os que amam seus animais.

Diga Trinta e Três
Autor: Dr. Nick Trout
Editora: Ediouro

Amigos agradáveis

“Os animais são amigos tão agradáveis: não fazem perguntas, não criticam.” (George Eliot)

Banho depois da vacina pode?

Por que não pode dar banho no cachorro depois da injeção?

(Lilikinha Caetano)

Creio que esteja falando da vacinação. Quando um cão toma vacina, o sistema imunológico tem que reagir contra os corpos estranhos. Assim ele pode ficar mais sensível. Para muitos cães o banho é algo estressante, então some o estresse com o sistema imunológico mais "fraco", com certeza algo bom não vai dar, certo. Por isso que não se recomenda que dê banhos após a vacinação. Tirando o fato que em alguns casos o local da vacinação fica dolorido.

Fernanda Yamato

Cachorros encrenqueiros se divertem mais

Cachorros encrenqueiros se divertem mais Esta coletânea de crônicas escritas por John Grogan, criador do best-seller Marley & Eu, é uma divertida mas sempre perspicaz análise do mundo e dos costumes contemporâneos, com seus altos e baixos, problemas e encantos.
Esta é a prova do talento de Grogan em transitar pelas mais diferentes áreas, e de trazer para o leitor um ensinamento lúdico sobre a fascinante jornada que une seres humanos e animais.

Trecho do livro:
”Rapaz, e eu que pensava que meu cachorro era encrenqueiro.

Desde que publiquei uma despedida para meu companheiro de treze anos, Marley, o neurótico e incorrigível labrador retriever, meu correio eletrônico mais parece um programa de TV: "Cachorros encrenqueiros — e os humanos que os adoram".

Durante a semana que passou após minha crônica sobre a morte de Marley, recebi centenas de correspondências de donos de animais de estimação. Eles me enviaram suas condolências (obrigado a todos). Mas queriam principalmente discutir a exatidão das minhas palavras.

Agora sei que errei ao classificar Marley como a criatura mais encrenqueira do mundo. Uma das respostas típicas dizia mais ou menos o seguinte: "o seu cachorro não pode ter sido o pior, porque o MEU é muito pior". E para provar esse ponto de vista todos me forneceram narrativas detalhadas sobre sofás retalhados, armários invadidos e ataques-surpresa cheios de baba.

Por estranho que pareça, praticamente todas as histórias envolviam grandes retrievers, como Marley.

Sandy Chanoff, de Abington, contou: "Alex era o que chamávamos de ‘labrador animado’ com um pouco de déficit de atenção. Ele comeu quase todos os meus sapatos de couro, livros e até o carpete. Sempre nos recebia na porta com alguma coisa na boca, e ficava pulando como se não nos visse há anos. Com o rabo ele derrubava tudo o que estivesse em cima da mesinha de centro. A propósito: nós também fomos expulsos do curso de treinamento". Vocês também, hãn?”

Cachorros encrenqueiros se divertem mais
Autor: John Grogan
Editora: Ediouro

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