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Entrevista com Diandra Elisa

1. Olá, Diandra, quando e como você começou a adestrar cães?

Diandra Elisa Perguntinha difícil! (risos) Mas foi em meados de 2002, em um passeio diário com meu cachorro. Na época, somente um… (risos) (Hoje Diandra tem 22 cães)

Um estranho pensamento sobre me tornar adestradora me veio à mente quando notei que meu cão andava junto a mim e olhava atentamente os meus passos. Eu havia condicionado meu primeiro cão a seguir as minhas "ordens" de uma maneira tão natural que eu nem sequer havia percebido. Comecei a estudar muito e me atualizar, conversei com muitos adestradores brasileiros e do exterior, que me deram algumas dicas para ir começando. Eu peguei o gosto pela coisa e hoje estou aqui!

2. Tem algum tipo de formação especializada como adestrador?

Gosto muito da psicologia canina, comunicação gestual e observação de sinais em cães. Gosto de aliar isso na correção comportamental e tenho bons resultados.
Eu diria que minha especialidade é observar os sinais que o cão está passando para descobrir o que há de errado, como, por exemplo, quando o cão está sendo bagunceiro, etc.

Cursos Realizados:
Adestramento Básico de Cães pela EducaCão do RS.
Psicologia e Cães pela Instituição Animal del Uruguay.
Adestramento Positivo pela Cão Cidadão.
Terapia e Aprendizado pela Adestracão.

3. Você utiliza o adestramento com clicker?

Sim, utilizo! O clicker é uma ferramente de estímulo positivo íncrivel e sempre obtenho resultados ótimos com o uso do mesmo. É um aliado para todas as horas!

4. Quais outros métodos utiliza?

Para cães que são do estilo "esquilo!", nem o clicker costuma chamar a atenção dos mesmos, por isso procuro tentar a atenção do cão com artimanhas que ele goste, usando algum brinquedo ou gratificação que ele realmente goste! Utilizo muito o reforço positivo verbal e o gestual! Sintonia com o cão é muito importante.

5. Na sua opinião, qual a maior vantagem do adestramento?
…para as pessoas?

Acho que ter um cão socializado e obediente hoje em dia é necessário. Na sociedade que temos é importante que o cãozinho saiba se portar nas diversas situações com seu dono. O adestramento proporciona isso, acho que esta é a maior vantagem para as pessoas.

…e para os cachorros?

Adestramento é diversão, atenção, carinho e brincadeira, que aliados com uma boa forma de interação se transformam em um cão obediente e socializado! Acredito que a maior vantagem para os cães seja a maior interação que ele terá com os donos, pois poderá interagir de diferentes maneiras, como realizar um truque, sem destruir um móvel ou comer um sapato. (risos)

6. O que costuma levar as pessoas às suas aulas?

A maioria das pessoas busca consultoria de como agir em diferentes situações com os cães, como se portar diante deles. A pergunta mais freqüente é: "O que eu faço quando…?".
Minhas aulas são em domicílio e isso é mais um ponto que faz com que os donos me procurem: comodidade para o cão e para ele.

7. É verdade que algumas raças ou temperamentos de cães respondem melhor ao adestramento?

Nunca tive uma experiência que realmente comprovasse isso. Mas a verdade é que são os donos que respondem melhor ao adestramento. (risos)

8. O que gostaria que as pessoas soubessem sobre o adestramento?

O adestramento é a chave para um bom relacionamento com os cães e o dono que puder proporcionar isso ao seu cão estará lhe presenteando com algumas boas horas de lazer e aprendizado.

9. Gostaria de acrescentar mais algum comentário?

Apenas agradecer a oportunidade de entrevista e dizer que estou à disposição para qualquer dúvida ou informação. Obrigada.

Diandra Elisa
Caxias do Sul, Rio Grande do Sul
(54) 3533-5390/9174-7104
E-mail: diandra@hidog.com.br

Rapidinhas sobre banheiro

Como ensinar a fazer o xixi no lugar certo? Fácil. Leve-o para o lugar que reservou para ser o banheiro dele 10 minutos depois de todas as refeições, logo depois de acordar ou brincar demais e ficar cansado. Deixe-o em cima do jornal e não faça nada, apenas Pronto, tô limpo.espere. Se o local for fechado, como uma varanda, ou ele tiver um cercadinho, melhor, porque o cão não vai ter pra onde ir e vai acabar se aliviando ali mesmo. Fez no jornal? Brinque com ele, elogie, diga "bom garoto" e tire-o de lá. Faça isso por muitos dias, até você observar que ele já entendeu que a superfície do jornal é que é o local certo.

Ele fez xixi no local errado, o que fazer? Não dê bronca, não diga nada. Se o pegar no ato, fazendo no lugar errado, segure-o e o leve para o jornal. Se só se der conta da sujeira depois, limpe o local sem que o cãozinho veja. O ideal é usar removedores de odores que vendem em pet shops ou supermercados, porque os produtos de limpeza não conseguem eliminar o cheiro por completo.

Não recomendo dar bronca no cão quando fizer no lugar errado, porque o filhote pode começar a não fazer nada na sua frente, por temê-lo. Ou ainda pode escolher aquele lugar pra fazer sempre que quiser chamar a sua atenção. Além disso, alguns podem desenvolver o ato de comer as próprias fezes (coprofagia) para escondê-las dos donos.

Comando "procura" – um jogo para brincar com o seu cão

Diversão em recinto fechado para seu cachorro em dias chuvosos, este jogo também é um meio de fazer uso da excelente sensibilidade olfativa do seu peludo. Além disso, o jogo o mantém ocupado, e é uma boa oportunidade para treinar o “fica”. Também é um modo de aumentar o vocabulário do seu cachorro e pasmar seus amigos e família.

Cheira, cheira...Para começar, escolha um petisco muito gostoso, pois a idéia é associar o comando “procura” a uma consequência muito agradável. Os melhores petiscos são aqueles pequenos, mas de cheiro forte.

Peça para seu cachorro se sentar e lhe mostre o petisco. Faça com que ele permaneça sentado, pedindo o “fica“. Caminhe dois passos longe dele e coloque o petisco no chão. Volte ao cachorro e diga “procura” assim que ele estiver em cima do petisco, e elogie. Quando ele comer o petisco, elogie mais um pouco.

Isso não chega a ser um desafio para o cachorro ainda, mas o primeiro objetivo do dia é apenas associar o comportamento com o comando.

Aumente a distância que o cachorro tem que andar para achar o petisco, mas ainda o deixe à vista. Comece com três ou quatro passos de onde seu cachorro está se sentando. Se seu cachorro tentar levantar antes, o devolva para a posição original e o faça esperar.

Uma vez seu cachorro esteja compreendendo o “procura”, o que pode levar vários minutos ou vários dias, aumente a dificuldade. Com seu cachorro olhando, coloque o petisco atrás de uma perna de mesa ou de uma caixa. Volte a seu cachorro e diga “procura”. Quando ele achar o petisco, o elogie.

Vá dificultando gradualmente, mas se atenha a um cômodo da casa. Uma vez que o cão tenha assimilado bem, sente-o em um cômodo enquanto você esconde o petisco em  outro adjacente. Deixe seu cachorro cheirar sua mão e diga “procura”. Siga-o para que possa assistir e o elogiar quando ele achar o petisco. Seu peludo o deixará surpreso como pode achar depressa a recompensa. Elogie bastante!

Comando "senta"

Aslam Este comando é, com certeza, um dos mais importantes a ensinar ao seu cão, pois ele serve de base para muitos outros truques. Por isso recomenda-se que seja o primeiro ou um dos primeiros comandos a ser treinado, visto que é muito mais fácil ensiná-lo a dar a pata, implorar ou deitar se ele já tiver assimilado bem o “senta”.

Para ensinar ao seu cão a sentar, você precisará de alguns petiscos cortados em pedaços pequenos. Ou, ainda, utilizar a ração se ele for muito guloso, ou mesmo um brinquedo do qual ele goste muito. O que importa, na verdade, é que seja algo que desperte o interesse do animal e o motive a conquistá-lo.

Fase 1
Com um pedaço de petisco à mão, posicione-a em frente ao focinho do cão. Lentamente erga a sua mão para cima, como que na direção dos olhos dele. Não levante demais, pois isso poderá induzi-lo a pular. À medida em que o cão levantar o focinho, a parte traseira do seu corpo tenderá a descer, fazendo com que ele fique na posição sentada.

Assim que ele sentar, clique e recompense com o petisco. Se não tiver o clicker, apenas entregue o petisco. Nessa hora o importante é não dizer a palavra “senta”, pois o cão ainda não fixou o comportamento. Nós a introduziremos depois.

Gaste o tempo que for preciso com esse exercício e pratique até que o cão possa ser induzido a sentar com facilidade e responda de maneira espontânea ao movimento da mão.

Fase 2
O comando gestual é introduzido de forma que o cachorro não fique condicionado ao petisco para oferecer o comando. Nós primeiro vamos alternar a indução com petisco e o comando gestual. Isto fará o cachorro pensar que há petisco em nosso comando gestual.

Exercício 1: (com petisco)

1. Tenha um pedaço pequeno de petisco em sua mão.
2. Posicione sua mão em frente ao focinho do seu cachorro.
3. Lentamente erga sua mão para cima, e em direção aos olhos dele.
4. No momento em que ele se sentar,
5. clique seu clicker, e então lhe dê o petisco.

Exercício 2: (sem petisco)

1. Não ponha petisco em sua mão.
2. Posicione sua mão em frente ao focinho do seu cachorro.
3. Lentamente erga sua mão para cima, e em direção aos olhos dele.
4. No momento em que ele se sentar, clique seu clicker.
5. Então traga o petisco à sua mão, e então lhe dê o petisco.

Pratique estes exercícios constantemente até seu cachorro se sentar dentro de um segundo depois que você fizer o comando gestual.

Fase 3
Agora que o cão já está sentando toda vez que você apresenta o comando gestual, o comando oral será inserido. Diga “senta” e faça o gesto ao mesmo tempo. Depois de repetir algumas vezes, tente dizer “senta” sem o comando gestual. Se o cão sentar, recompense e faça muita festa. Se ele não entender, repita o exercício até que ele associe o comando ao ato de sentar.

Uns dos erros mais comuns que os donos cometem, é que eles repetem o comando muitas vezes. “Senta, Rex. Rex, senta. Senta, senta…” Está é uma indicação clara de que o comando não foi condicionado com sucesso. O cão deve sentar logo depois de dado o comando, sem hesitar. Se ele demora para responder ou senta muito devagar, o melhor é retornar aos exercícios e treinar mais um pouco.

Paula Andrade

Beatbox canino

Os cães vão invadir sua praia a pista! Chegou o DJ Basset, num beatbox com scratches maneiros. Clique na imagem abaixo e teste sua aptidão como disc-jóquei controlando o cãozinho.

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Jerry needs no help playing with his ball

Vídeo mostra um cãozinho da raça dachshund colocando bolinhas de tênis numa máquina (desenvolvida pelo seu dono) que as arremessa. Jerry depois corre, contente e satisfeito, trazendo a bolinha e voltando a recolocá-la para um novo arremesso.

Resolução proíbe cirurgias estéticas em cães e gatos

O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) proibiu ontem, por meio de resolução publicada no “Diário Oficial” da União, o corte de orelha e retirada das cordas vocais de cachorros e a retirada de unhas dos gatos.

A medida também torna não-recomendado o corte da cauda de cachorros.

Os procedimentos, até agora amplamente utilizados, serviam para aproximar o animal de um ideal de beleza.

“A conchectomia [corte da orelha] e caudectomia [corte da cauda] são tradições que alguém criou por entender que os animais ficam mais bonitos nessa condição, mas temos que respeitar o direito deles”, afirmou Benedito Fortes de Arruda, presidente do CFMV.

Segundo o texto publicado, “ficam proibidas as cirurgias consideradas desnecessárias ou que possam impedir a capacidade de expressão do comportamento natural da espécie, sendo permitidas apenas as cirurgias que atendam as indicações clínicas”.

Uma das formas de expressão costumeiramente barrada por proprietários de cães é o latido, principalmente àqueles que moram em apartamento.

Já o corte de orelha e da cauda de cães e a retiradas das unhas dos gatos é hábito freqüente nas clínicas.

Depois de cortar as orelhas de seu cão, o pit bull Zyon José, 3, o empresário Carlos Tirloni, 27, se arrependeu. Tirloni, de Santa Catarina, disse ter submetido o animal à cirurgia por uma questão estética, para que ele ficasse “parecido com um pit bull”. Depois da intervenção, porém, Zyon ficou “jururu”, sangrando e sem vontade de comer.

Délio Mendes, criador da raça doberman em Brasília, se diz contra a resolução. Segundo ele, em competições da raça, têm vantagem os cães cujas orelhas são aparadas, seguindo a orientação de uma federação internacional.

“É para satisfazer o ego do dono? É, mas a vaidade tem benefício para o cachorro, que vai poder comer ração de boa qualidade pelo investimento que o dono faz nele”, disse.

Em casos de necessidades clínicas, continua permitida a execução dos procedimentos citados. “Nessas situações, é necessária avaliação do veterinário. Pode ter algum caso que tenha necessidade de socorrer, como no caso de um acidente”, afirmou Amilson Pereira Said, integrante do conselho.

Em caso de incêndio, por favor, resgate-me. Criadora da raça schnauzer – em que normalmente se corta a cauda -, Cristiane Favaram disse ter ficado satisfeita com a resolução. “A maior parte das pessoas não visualizam o schnauzer com a cauda inteira. Depois que você convive com isso, passa a gostar”, disse.

A resolução também regulamenta cirurgias em animais de porte maior, estabelecendo a obrigatoriedade de condições adequadas para operações, como anestesia e estrutura física da clínica.

Os veterinários que não cumprirem as determinações do CFMV estão sujeitos a processo no conselho de ética e multa.

Fonte: Folha Online
Imagem de Dr3d5


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